Temos a graça de viver a comunhão com os Santos !

 

 
 
<<<   Não quero deixar passar o primeiro mês do ano sem enviar à tua alma uma saudação da minha alma e desejar-te muitas bênçãos e felicidade espiritual   >>> 
  
Santo Padre Pio de Pietrelcina
 
 
 
Anúncios

 

 

 

  <<<  Um Padre, ao Paraíso ou ao Inferno nunca vai sozinho: Vão sempre com ele almas em grande número, ou salvas pelo seu santo Ministério e com o seu bom exemplo; ou perdidas pela sua negligência no não cumprimento dos próprios deveres e pelos seus maus exemplos”. Rezemos por eles.  >>>

 São João Bosco

 

 

 

O que os santos falam do Sacerdócio

 

 

  

 

A Venerável Catarina Vannini, em êxtase durante a Santa Missa, via os Anjos a circundarem as mãos do Sacerdote, e sustentá-las no momento da elevação da Hóstia e do Cálice. Poderemos imaginar com que respeito e afecto a Venerável Catarina beijava aquelas mãos, não é mesmo?!

Santa Edwiges, Rainha, cada manhã assistia a todas as Santas Missas que eram celebradas na Capela da Corte, mostrando-se muito agradecida e reverente para com os Sacerdotes que as tinham celebrado. E beijando-lhes as mãos com muita devoção, fazia com que eles se alimentassem, tratando-os com as mais distintas honras. Ouvia-se como a Rainha exclamava comovida: “Bendito seja quem fez Jesus descer do Céu e O deu a mim!”

S. Pascoal de Baylon era o porteiro do Convento. Todas as vezes que chegava um Sacerdote, o Santo Frade ajoelhava-se e beijava-lhe respeitosamente as duas mãos. Dele foi dito, como de S. Francisco de Assis, “que era devoto das mãos consagradas dos Sacerdotes”. Ele julgava-as capazes de deter ao longe os males e de cumular de bens a quem nelas tocasse com veneração, porque são as mãos das quais Jesus se serve.

“Cada vez que virdes um Sacerdote – ensinava o Santo Cura d’Ars – pensai em Jesus”.  Também costumava dizer com freqüência: “Se eu me encontrasse com um Sacerdote e com um Anjo, saudaria primeiro o Sacerdote e só depois o Anjo”.

 Se não tivéssemos o Sacerdote, de nada nos valeria a Paixão e a Morte de Jesus… Para que serviria um escrínio cheio de jóias de ouro, se não houvesse alguém para abri-lo? O Sacerdote é quem tem a chave dos tesouros celestes…

 Santa Maria Madalena de Pazzi, de fato, falando de qualquer Sacerdote, costumava dizer: “este Jesus”.

 E é por isso que Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus beijavam a terra onde tivesse passado um Sacerdote.

 E, ainda mais, Santa Verónica Giuliane, certo dia, tendo visto o Sacerdote subir pela escada do Mosteiro, para ir levar a Santa Comunhão às enfermas, ajoelhou-se ao pé da escadaria e foi subindo de joelhos pelos degraus, beijando-os um a um e banhando-se com lágrimas de amor…

 Quem é que faz Jesus descer às puras hóstias? Quem é que coloca Jesus em nossos Sacrários? Quem é que dá Jesus às nossas almas? Quem é que purifica os nossos corações, para que possamos receber a Jesus? É o Sacerdote, e só o Sacerdote.

 Ele é o “Ministro do Tabernáculo” (Heb 13, 10); é o “Ministro da Reconciliação” (2 Cor 5, 18); é o “Ministro de Jesus para os Irmãos” (1 Cor 1, 7); é o “Dispensador dos Mistérios Divinos” (1 Cor 4, 1).E quantos episódios não poderiam ser narrados de Sacerdotes heróicos em sacrificarem-se a si mesmos para darem Jesus aos irmãos! Façamos referência a dois deles, entre muitos outros:

 Por isso é que o Padre Pio de Pietrelcina dizia:”O Sacerdote: ou é um santo, ou é um demônio”. Ou santifica, ou arruína. E que desastre incalculável não provoca o sacerdote que profana a sua vocação com um comportamento indigno, ou que a calca aos pés ao negar o seu estado de consagrado e eleito do Senhor! (Jo 15, 16)

S. João Bosco dizia: “Um Padre, ao Paraíso ou ao Inferno nunca vai sozinho: Vão sempre com ele almas em grande número, ou salvas pelo seu santo Ministério e com o seu bom exemplo; ou perdidas pela sua negligência no não cumprimento dos próprios deveres e pelos seus maus exemplos”. Rezemos por eles.

Sabe-se que Santa Teresinha, a angélica carmelita, fez a sua última Comunhão, antes de morrer, por esta sublime intenção: < Obter a volta de um Sacerdote transviado, que havia renegado a sua vocação. > E sabe-se que aquele Sacerdote morreu arrependido, invocando o nome de Jesus.

 Sabemos que há almas, especialmente as virginais, que se ofereceram como vítimas pelos Sacerdotes. São almas prediletas de Jesus, e dum modo absolutamente singular. Mas rezemos nós também, oferecendo também os nossos sacrifícios, por todos os Sacerdotes, pelos que estão em perigo e pelos mais fortes, pelos transviados e pelos já adiantados na perfeição.

De modo particular, todas as vezes que virmos um Sacerdote no Altar, rezemos nós também a Nossa Senhora, com as palavras do Venerável Carlos Jacinto: “Ó querida Nossa Senhora, emprestai o Vosso Coração àquele Sacerdote, a fim de que ele possa celebrar dignamente”.

Rezemos como Santa Teresinha, para que os Sacerdotes no Altar toquem no Corpo Santíssimo de Jesus com a mesma pureza e delicadeza com que n’Ele tocou Nossa Senhora. Melhor ainda, rezemos para que cada Sacerdote possa fazer como S. Caetano, que se preparava para a celebração da Santa Missa, unindo-se tão intimamente a Maria Santíssima..

E, na verdade, como Nossa Senhora tomou Jesus em Suas mãos em Belém, assim o Sacerdote recebe Jesus em suas mãos na Santa Missa. Como Nossa Senhora ofereceu Jesus Vítima sobre o Calvário, assim o Sacerdote oferece o Cordeiro Imolado no Altar. Como Nossa Senhora deu Jesus à Humanidade, assim o Sacerdote nos dá Jesus na Sagrada Comunhão.

Bem dizia, pois, S. Boaventura: “Cada Sacerdote no Altar deveria ser identificado com Nossa Senhora, porque como por meio d’Ela é que nos foi dado esse Santíssimo Corpo, assim também pelas mãos dele é que Jesus deve ser-nos oferecido”.

E S. Francisco de Assis dizia que Nossa Senhora representa para todos os Sacerdotes um espelho para a sua santidade, por causa da estreita proximidade que há entre a Encarnação do Verbo no seio de Maria e a Consagração Eucarística entre as mãos dos Sacerdotes.

Aprendamos também nós, na escola dos Santos, a reconhecermos a dignidade do Sacerdócio; a rezarmos sempre pelos Sacerdotes do mundo inteiro, pela  santificação de cada um, e  a ajudá-los na sua altíssima Missão.

  

  

  

<<<  Senhor que cada Sacerdote teu, se torne sustentado pelo teu coração transpassado num “outro Cristo” >>>

 

Fonte: Ano Sacerdotal – Edição n. 15 – Comunidade Família de Deus 

 

 

 

 

 

<<<    A máxima de São João Bosco  é bem conhecida: “Mais vale prevenir do que remediar”. Vamos aplicá-la à nossa santificação pessoal !!!  >>>

  

  

 

O nosso chamado de Batizados !

 

Somos chamados a amar o mundo. E Deus amou de tal forma o mundo que lhe deu Jesus (Jo 3, 16). Hoje, Ele ama de tal forma o mundo que nos dá ao mundo, a ti e a mim, para que sejamos o Seu amor, a Sua compaixão e a Sua presença através de uma vida de oração, de sacrifícios e de entrega. A resposta que Deus espera de ti é que te tornes contemplativo, que sejas contemplativo.

Tomemos a palavra de Jesus a sério e sejamos contemplativos no coração do mundo porque, se temos fé, estamos perpetuamente na Sua presença. Pela contemplação a alma bebe directamente do coração de Deus as graças que a vida activa está encarregada de distribuir. As nossas vidas devem estar unidas a Cristo vivo que está em nós. Se não vivermos na presença de Deus, não podemos perseverar.

O que é a contemplação? É viver a vida de Jesus. É assim que a compreendo. Amar Jesus, viver a Sua vida no âmago da nossa e viver a nossa no seio da Sua. […] A contemplação não ocorre por nos fecharmos num quarto obscuro, mas por permitirmos a Jesus que viva a Sua Paixão, o Seu amor, a Sua humildade em nós, que reze connosco, que esteja connosco e que santifique através de nós. A nossa vida e a nossa contemplação são unas. Não é uma questão de fazer, mas de ser. De facto, trata-se da plena fruição do nosso espírito pelo Espírito Santo, que derrama em nós a plenitude de Deus e nos envia a toda a Criação como mensagem Sua, pessoal, de amor (Mc 16, 15).

Bem-aventurada Teresa de Calcutá

 

Bento XVI: bem-aventuranças, programa de vida

 

 

Queridos irmãos e irmãs:

Neste quarto domingo do Tempo Comum, o Evangelho apresenta o primeiro grande discurso que o Senhor dirige ao povo, sobre as doces colinas ao redor do lago da Galileia. “Vendo as multidões – escreve São Mateus -, Jesus subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se. E Ele começou a ensinar” (Mt 5, 1-2). Jesus, o novo Moisés, “assume a ‘cátedra da montanha” (Jesus de Nazaré, 2007) e proclama “bem-aventurados” os pobres de espírito, os que choram, os misericordiosos, os que têm fome e sede de justiça, os limpos de coração, os perseguidos (cf.  Mt 5, 3-10). Não se trata de uma nova ideologia, mas de ensinamento que procede do alto e que diz respeito à condição humana, que o Senhor, ao encarnar-se, quis assumir para salvar. Por esta razão, “o Sermão da Montanha é dirigido a todos, no presente e no futuro… e só pode ser compreendido e vivido no seguimento de Jesus, caminhando com Ele” (Jesus de Nazaré). As bem-aventuranças são um novo programa de vida para se livrar dos falsos valores do mundo e abrir-se aos verdadeiros bens presentes e futuros. Quando Deus conforta, sacia a fome de justiça, enxuga as lágrimas dos que choram, isso significa que, além de recompensar cada um de forma sensível, abre o Reino do Céu. “As bem-aventuranças são a transposição da cruz e da ressurreição na existência dos discípulos” (ibid.). Refletem a vida do Filho de Deus, que se deixa perseguir, desprezar até a sentença de morte para dar a salvação aos homens.

Um velho ermitão disse: “As bem-aventuranças são dons de Deus e devemos realmente agradecer por tê-las recebido e pelas recompensas que delas derivam, ou seja, o Reino do Céu na vida futura, o consolo aqui, a plenitude de todo bem e a misericórdia de Deus (…), quando a pessoa se converteu em imagem de Cristo sobre a terra” (Pedro de Damasco, em Filocalia, volumen 3, Turim 1985, p. 79). O Evangelho das bem-aventuranças é comentado na própria história da Igreja, a história da santidade cristã, porque – como escreve São Paulo – “o que para o mundo é loucura, Deus o escolheu para envergonhar os sábios, e o que para o mundo é fraqueza, Deus o escolheu para envergonhar o que é forte. Deus escolheu o que no mundo não tem nome nem prestígio, aquilo que é nada, para assim mostrar a nulidade dos que são alguma coisa” (1 Coríntios 1, 27-28). Por esta razão, a Igreja não tem medo da pobreza, do desprezo, da perseguição em uma sociedade frequentemente atraída pelo bem-estar material e pelo poder mundano. Santo Agostinho nos lembra que “o que ajuda não é sofrer desses males, mas suportá-los pelo nome de Jesus, não só com espírito sereno, mas inclusive com alegria” (De sermone Domini in monte, I, 5,13: CCL 35, 13).

Queridos irmãos e irmãs: invoquemos a Virgem Maria, a bem-aventurada por excelência, pedindo a força de buscar o Senhor (cf. Sofonias 2, 3) e de segui-lo sempre, com alegria, pelo caminho das bem-aventuranças.

Papa Bento XVI

Tradução: Aline Banchieri – © Libreria Editrice Vaticana]

 

O valor de um Sacerdote !!!

 

 

Quando se pensa compreende-se…

 

Quando se pensa que nem a Santíssima Virgem pode fazer o que um sacerdote faz;
Quando se pensa que nem os anjos, nem os arcanjos, nem Miguel nem Rafael, nem príncipe algum daqueles que venceram lúcifer podem fazer o que um sacerdote faz;

Quando se pensa que nosso Senhor Jesus Cristo, na ultima Ceia, realizou um milagre maior do que a criação do Universo com todos os seus esplendores, e transformou o pão e o vinho em seu Corpo e seu Sangue, para alimentar o pecador, e que este prodígio, diante do qual se ajoelham os anjos e os homens, o sacerdote pode repeti-lo todos os dias;
Quando se pensa no outro milagre que somente um sacerdote pode realizar: perdoar os pecados, e que o que ele liga no fundo do seu humilde confessionário, DEUS, obrigado por sua própria palavra, o liga no Céu, e o que ele desliga, no mesmo instante o desliga DEUS;
Quando se pensa que o mundo morreria da pior fome se chegasse a lhe faltar esse pouquinho de “Pão” e esse pouquinho de “Vinho”;

Quando se pensa que isso possa acontecer, porque estão faltando as vocações sacerdotais; e que quando isso acontecer se estremecerão os céus e se romperá a Terra, como se a mão de DEUS, tivesse deixado de sustentá-la; e as pessoas gritarão de fome e de angustia, e pedirão esse “Pão”, e não haverá quem lhes dê; e pedirão a absolvição de suas culpas, e não haverá quem os absolva, e morrerão com os olhos abertos pelo maior dos espantos…
Quando se pensa que um sacerdote é mais necessário que um presidente, mais que um militar, mais do que um banqueiro, mais do que um médico, mais que um professor, porque ele pode substituir a todos e ninguém pode substituí-lo;
Quando se pensa que um sacerdote, quando celebra no altar tem uma dignidade maior que de um rei; e que não é um símbolo, sem sequer um embaixador de CRISTO, mas é CRISTO mesmo que está ali, repetindo o maior milagre de DEUS…

Quando se pensa tudo isso…
Compreende-se a imensa necessidade de fomentar as vocações sacerdotais;

Compreende-se o afã com que, nos tempos antigos, cada família ansiava que do seu seio brotasse, como um ramo de perfume, uma vocação sacerdotal;
Compreende-se o imenso respeito que os povos tinham pelos sacerdotes, o que se refletia em suas leis;
Compreende-se que, se um pai ou uma mãe obstruem a vocação sacerdotal de um filho, é como se renunciassem a um título de honra incomparável;

Compreende-se que mais do que uma igreja, mais que uma escola e mais do que um hospital, é um seminário ou um noviciado;
Compreende-se que ajudar a construir ou manter um seminário ou um noviciado é multiplicar os nascimentos do Redentor;
Compreende-se que ajudar a custear os estudos de um jovem seminarista ou de um noviço é aplainar o caminho por onde chegará ao altar um homem que, durante um hora, todos os dias, será muito mais que todas as celebridades da Terra e que todos os santos do Céu, pois será CRISTO mesmo, sacrificando o Seu Corpo e o Seu Sangue, para alimentar o Mundo.

Se pararmos realmente para pensar compreenderemos, o verdadeiro valor de nossos sacerdote e seminaristas, e que grande tesouro trazem consigo, sua vocação .

Rezemos pelos Sacerdotes !!!

Fonte:   Bons Samaritanos- RS