A Igreja amordaçada pelo PT

 

 

Vocês lembram nas eleições passada, o que fizeram? Aquela parte da Igreja de mãos dadas com a Dilma, com a Marta e é claro com o abortismo deles, porque não dá para separar uma coisa da outra. Enquanto estavam juntos com o PT, estavam dando as costas para o Papa Bento XVI !!! Estavam abandonando o Magistério da Igreja.

 

 

Amigos de Jesus Cristo, amigos da cruz !!!

 

 

 

Eu sou a Ressurreição e a Vida

 

 

<<<   Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, mesmo que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá para sempre. Crês nisto? Marta respondeu-lhe: Sim, ó Senhor; eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo.  >>>

 

 

O Testamento Espiritual do Pe. Stefano Gobbi

 

 

Queridos amigos,                    

 

No dia 29/junho/2011, na última quarta feira, Festa de São Pedro e São Paulo, as 15 hrs, faleceu no hospital em Milão, o nosso querido Pe Gobbi!

Tive a graça de encontrar-me com ele dia 19/junho, antes dele ser internado no hospital e de falar com ele quando estava internado. Na quarta-feira dia 22/junho, ele me disse ” Nossa Senhora vai vir me buscar para me levar ao céu, assim como Ela veio buscar a Jacinta de Fátima, que morreu sozinha no hospital”. Todos acreditávamos no milagre, que ele sairia bem, mas a sua hora chegou e como ele escreveu na sua circular de 01/Jan/2011…”Mas este ano aconteceu um fato extraordinário: dia 12 de Maio aqui na Cova da Iria, diante de Ti, o Santo Padre Bento XVl consagrou ao teu Coração Imaculado a todos os Sacerdotes do mundo. Então, com esta consagração, parece quase que a minha missão tenha terminado e o meu caminho tenha acabado.”

Agora que todos estamos consagrados ao Coração Imaculado de Maria, se inicia para todos nós, um novo itinerário mais importante: o de viver a consagração! O Pe. Gobbi pode agora nos ajudar ainda mais a viver essa consagração como Jesus e Nossa Senhora querem.

Seu corpo foi levado para Collevalenza (perto de Assis-Itália) onde estávamos reunidos em uma semana de exercícios espirituais com 300 Sacerdotes e Bispos do Movimento Sacerdotal Mariano do mundo inteiro. 

Celebrou a missa de corpo presente o Cardeal Ivan Dias, membro do Movimento Sacerdotal Mariano desde 1.974! Ele nos falou na homilia da clara atuação da Divina Providência, ao permitir que o seu falecimento ocorresse na festa do Papa, festa de São Pedro e São Paulo, no meio do nosso retiro anual, onde todos puderam juntos rezar por ele, com tanta intensidade e amor. No dia seguinte ele teve um encontro com o Santo Padre que ao saber da notícia disse “Ele foi direto para o céu”, o que nos deu grande alegria e consolação!

Agora todos nos perguntamos, o que fazer sem o Pe. Gobbi entre nós?

Devemos continuar a fazer os nossos cenáculos e viver a consagração ao Coração Imaculado de Maria, como Nossa Senhora nos ensina no livro azul “Aos Sacerdotes, Filhos Prediletos de Nossa Senhora”, para que possamos ser os instrumentos do triunfo do Seu Coração Imaculado no mundo, como Ela tanto deseja!

Como nos orientou o Pe. Gobbi na sua Circular de 01/01/2011:

“A meta a que conduz o caminho da consagração vivida ao Coração Imaculado de Maria é a de conseguir amar Jesus com o seu ardor, a imitá-lo com a sua fidelidade e a revivê-lo passando através do caminho do seu amor materno”.

Desta maneira Jesus pode viver em cada um de nós e a força do seu divino Amor nos consuma em uma perfeita unidade. Então se realiza o mistério da nossa identificação com Ele.

O meu corpo no teu Corpo; o meu sangue no teu Sangue; a minha alma na tua Alma; o meu espírito no teu Espírito; o meu coração no teu Coração; a minha mente na tua Mente; a minha inteligência na tua Inteligência; a minha vontade na tua Vontade; a minha liberdade na tua Liberdade.

Para cada um de nós se cumpre a mesma experiência feita por São Paulo: ” Para mim o viver é Cristo e morrer é lucro, porque vou para ficar com Ele”(Filipenses 1, 21).”

(Carta circular do Pe Gobbi de 1/1/2011).

O Pe. Gobbi foi para ficar com Jesus por toda a eternidade, mas antes nos deixou o seu testamento espiritual, que é belíssimo:

Meu Testamento Espiritual

          Ave Maria

Milão, 1/Janeiro/2011

Primeiro sábado do mês e do ano

Aceito a morte como e quando o Senhor quiser, repetindo no Coração Imaculado de Maria o meu Sim à Vontade Divina.

Deixo como meu testamento espiritual tudo o que está escrito no livro “Aos Sacerdotes filhos prediletos de Nossa Senhora”, e atesto que as mensagens lá contidas foram recebidas por mim sob forma de locuções interiores.

Em espirito de agradecimento ao Senhor e a Nossa Senhora, depois da Santa Missa, peço que todos cantem o Magnificat…

Peço um funeral muito simples: no lugar das flores, peço que se façam obras de caridade. Desejo ser sepultado em Dongo, no Santuário de Nossa Senhora das Lágrimas, aos pés do altar do Crucifixo. Se isso não fosse possível, peço uma sepultura provisória na capela do clero no cemitério de Dongo.

Como lhe consagrei cada momento da minha vida, assim consagro ao Coração Imaculado de Maria o momento da minha passagem da terra ao céu e do tempo para a eternidade.

 Agradeço a todos pelo bem recebido. Peço perdão a quem eu tivesse involuntariamente ofendido.

 A todos os membros do Movimento Sacerdotal Mariano e do Movimento Mariano, prometo uma minha especial proteção e uma ajuda particular do Paraiso, onde confio entrar pela misericórdia do Senhor e com a ajuda da vossa oração.

Saúdo-vos na espera de encontrá-los todos sob o manto glorioso da Rainha de todos os Santos e abençoo-vos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amem.

O Sacerdote, Padre Stefano Gobbi”.

Portanto devemos continuar a fazer os nossos cenáculos, especialmente os familiares, com entusiasmo e alegria, sabendo que Jesus e Nossa Senhora vão estar sempre ao nosso lado e o nosso querido Pe. Gobbi sempre intercedendo por nós como ele prometeu no seu testamento espiritual!

 Unidos em oração nos Corações de Jesus e Maria,

 Otavio Piva de Albuquerque 

 

Família: Berço das vocações !!!

 

 

Hoje, quando celebramos Santa Ana e São Joaquim, os avós de Jesus,  deixamos este texto do Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar do Porto sobre como a Família é a grande geradora das vocações: 

 

1. O que é a vocação?

Às vezes, andamos tão distraídos ou absorvidos que até esquecemos que somos filhos de Deus. Pois é, cada um de nós é fruto dum acto voluntário de amor, único e irrepetível. Esse amor criador de Deus faz de cada um de nós uma pessoa diferente de qualquer outra, com talentos próprios. E para cada um de nós Deus tem um projecto muito claro: Deus quer que sejamos felizes, já nesta vida terrena, pondo a render os talentos que nos dá!

Quem toma plena consciência deste amor pessoal, único, gratuito, de Deus, só consegue ter uma resposta: amar a Deus vivendo na descoberta e concretização desse projecto, numa entrega confiante, na certeza de que Deus só pede aquilo que somos capazes de dar. Perceber que Deus nos criou por amor e nos criou para amar, e actuar de acordo com esta certeza, é que se chama vocação. Por isso não podemos ter medo de perguntar:

Senhor, que queres que eu faça?

Quem vive nesta entrega confiante torna-se uma presença que interpela, que leva os outros a interrogar-se e a querer viver também a mesma felicidade. Somos felizes na medida em que percebemos que somos vocação e o nosso viver manifesta o amor criador de Deus. Assim uma igreja de vocacionados torna-se pró-vocação, ajudando mais pessoas a descobrir o que Deus deles espera. E a diversidade de projectos e de descobertas pessoais, ligada pela comunhão que gera a participação do mesmo e único Amor, faz a Igreja mais viva, activa, presente no mundo, na multiplicidade de vocações que o Senhor suscita.

 

2. O matrimónio como vocação

O matrimónio não é uma vocação menor ou uma não-vocação, uma espécie de destino inexorável para aqueles a quem Deus não chama à vida consagrada. O matrimónio é uma vocação plena de dignidade – quem a acolhe é sinal do amor de Deus:

– Na diferença e na complementaridade homem-mulher, marido e esposa abrem-se um ao outro, e assim manifestam que a singularidade de cada pessoa não a isola, antes a enriquece porque o que tem para dar é único – “quanto mais te dou, tanto mais tenho”.

– Como gerador de novas vidas, o casal torna-se colaborador do amor criador de Deus; se um filho é o que há de mais profundamente nosso, é também o que há de mais recebido – dom de Deus – e, como tal, não tanto um direito ou propriedade dos pais mas sobretudo um presente que se acolhe com alegria.

– No acolhimento da identidade própria de cada filho, na sua educação – que deve ser o processo permanente de conduzir o filho para o Pai, ajudando-o a fazer render os talentos recebidos – mãe e pai fazem transparecer o carácter singular de cada homem aos olhos de Deus.

– O serviço à família e à comunidade – entre os pais e destes para os filhos, mas também numa progressiva orientação dos filhos para que cooperem na vida familiar e para que sejam atentos às necessidades da comunidade em que vivem – vai testemunhando que amar à maneira de Deus é dar sem nada esperar em troca e que no reino de Deus todos temos tarefa a desempenhar.

– O dia-a-dia da família – sucessos e desânimos, alegrias e tristezas, progressos e provações – faz perceber que a vida é caminhada, é esforço, é entrega continuada; amar não é coisa de momento, é atitude permanente.

Nestes tempos de cultura do efémero, em que se fala muito de direitos e pouco de deveres e de compromissos, importa que os casais reflictam muito na grandeza da sua vocação matrimonial: aquele que casa reconhece-se incompleto, precisa do seu cônjuge e ao mesmo tempo sabe que é também preciso, aceita ser cooperador de Deus na geração de novas vidas, percebe que é dando que se recebe, compreende o carácter permanente do amor, e assim se torna sinal visível do amor de Deus.

Cada vez menos se pode aceitar que casar na Igreja possa ser apenas uma prática social, porque “é costume”, “os meus pais também casaram aqui” ou até porque as fotografias ficam com um enquadramento mais bonito. Casar na Igreja tem de ser um acto consciente, uma afirmação de Fé e o assumir, perante a comunidade, a vocação de ser “uma só carne”.

Ao falarmos de Matrimónio, falamos de um sacramento, isto é, de um sinal revelador duma manifestação de Deus. É interessante pensar num aspecto singular do Matrimónio: quem recebe este sacramento é ao mesmo tempo seu ministro, ou seja, cada um dos noivos administra ao outro o sacramento, sendo o sacerdote ou diácono testemunha desse acto em nome da Igreja. Faz todo o sentido que assim seja, se pensarmos que pelo Matrimónio os esposos se reconhecem complementares e se assumem como testemunhas do amor de Deus, cada um para o outro e em casal para a comunidade.

O Matrimónio é também sinal do Deus Criador, fonte de toda a vida. A fecundidade conjugal, traduzida na geração de novas vidas – os filhos – é a mais evidente manifestação desse amor criador. Ser pais, de forma consciente e responsável, é colaborar na obra da Criação, é reconhecer-se como co-criadores e, ao mesmo tempo, como agraciados com um presente único por parte de Deus. Daí que não faça sequer sentido falar-se em sacramento do Matrimónio se houver da parte dos noivos vontade expressa de não ter filhos. Diferente é a situação daqueles casais que não podem ter filhos e que são igualmente fecundos, num amor generoso ao serviço da comunidade e(ou) através da adopção de uma ou mais crianças.

O Matrimónio é ainda sinal de que o amor de Deus é eterno. Deus é fiel, ama-nos sempre e em quaisquer circunstâncias, e por isso também o amor entre os esposos tem carácter permanente e exclusivo, supõe a indissolubilidade e a fidelidade. Com mais ou menos obstáculos, a vida do casal tem de ser imagem da caminhada de amor que é a relação de Deus com cada um dos Seus filhos.

 

3. A família como geradora de vocações

A vocação matrimonial é por natureza fecunda, geradora de novas vidas, e os cônjuges, ao assumirem a responsabilidade de serem pai e mãe, tornam-se colaboradores de Deus na obra da Criação. Esta responsabilidade não se esgota no momento da concepção ou do nascimento, é para toda a vida, ou seja, nunca deixamos de ser pais!

Ao aceitarmos o chamamento de Deus para sermos pais, aceitamos também ser educadores. Educar é, em primeiro lugar, conhecer bem os nossos filhos, perceber que eles são dom de Deus e que Deus deu a cada um talentos diferentes. Importa reconhecer esses talentos e pô-los a render! Educar é então acompanhar activamente o desabrochar e o florescer dos talentos de cada filho, de forma que possamos um dia dizer: “Aqui tens, Senhor, o que me confiaste”! Isto é bem diferente de impor aos filhos as nossas opções, de forçar a que sejam o que nós mesmos ambicionámos mas não pudemos ou não conseguimos!

Educar não é fazer os filhos à nossa imagem e semelhança, é guiá-los para que sejam imagem e semelhança de Deus! Não é abrigá-los obsessivamente debaixo das nossas asas protectoras, é ensiná-los a voar em liberdade! Não é tanto mandar, é muito mais ouvir, compreender, testemunhar, orientar.

Sendo assim, importa que os pais proponham aos filhos todos os caminhos de realização vocacional: o sacerdócio, a consagração, o matrimónio ou outra vocação laical. Se a família é a primeira a excluir a possibilidade de um filho optar por uma vocação consagrada, terá de se interrogar muito a sério sobre a autenticidade da sua fé.

Onde os cristãos o são por hábito ou tradição e não por assumirem a sua vocação baptismal, não é fácil que possam surgir vocações consagradas! Onde o prestígio social e a riqueza, o culto do sucesso e do imediato, são valores mais altos do que a doação desinteressada ou o espírito de missão e de entrega, não há espaço para a vocação sacerdotal. Se nas famílias não há lugar para a atenção ao outro, para a oração, para o primado de Deus, para ser “igreja doméstica”, como pode um filho sentir-se interpelado à consagração no sacerdócio ou na vida religiosa?

Na coerência de comportamentos e atitudes dos pais, no amor-doação que forem percebendo, no acolhimento que sentirem pelas opções conscientes que forem fazendo, os filhos vão sendo educados, vão tomando consciência da sua individualidade e do lugar único que Deus tem para eles.

Ser pais por vocação é guiar os filhos na descoberta e no amadurecimento da sua própria vocação!

A Missão dos Sacerdotes

 

 

 

<<<   Tenho sede. Estou sedento pela salvação das almas. Ajuda-Me, Minha filha, a salvar as almas. Une teus sofrimentos à Minha Paixão e oferece-os ao Pai  >>>

Santa Irmã Faustina

 

Milagre Eucarístico Betania Venezuela