NOSSA INCAPACIDADE DE AMAR

NOSSA INCAPACIDADE DE AMAR

 

Temos um grande problema: nós amamos muito pouco. E quanto menos amamos, mais vamos nos separando de Deus! É o amor que nos identifica com a pessoa de Deus. Que faz entrarmos em comunhão com Ele. É no amor que vamos encontrar a razão da nossa existência: “Somos feitos à imagem e semelhança de Deus. E Deus é amor”. Só o amor dá sentido para a nossa vida. O que quer dizer que só o amor pode nos fazer felizes de verdade!

Sem o amor vamos nos perdendo como pessoas. O ser humano não foi feito para a mágoa, o rancor, a falta de perdão, o ódio, os sentimentos de vingança ou qualquer tipo de ressentimentos. Estas forças negativas agem no coração do homem por causa do pecado. Não fazem parte da nossa essência. Não completam e nem realizam o nosso ser. Ao contrário, são forças que nos corrompem. Que vão nos destruindo. Vão distorcendo e anulando a nossa imagem e semelhança de Deus. Separando-nos de Deus.

Estamos falando de algo crucial, de algo decisivo, que é de vida ou de morte: nós só podemos existir em Deus, com Deus e para Deus. Falando de um outro modo: o sentido e razão da nossa existência está no amor, com o amor e para o amor. Fora do amor perdemos a nossa vida.

Nossa incapacidade de amar vai gerar a morte em nós. Todo tipo de morte: moral, física e espiritual. Precisamos entender de uma maneira muito clara: esta força destruidora do desamor que age nas nossas vidas de vários modos e níveis, é algo que nós não podemos vencer sozinhos. Por nós mesmos, por nossa própria capacidade, jamais conseguiremos nos livrar deste mal.

Somente a pessoa de Jesus Cristo ressuscitado pode tirar a nossa vida de toda a escravidão do desamor. E levar-nos a vivermos a verdadeira e plena liberdade dos filhos de Deus! Somente a pessoa de Jesus Cristo ressuscitado pode nos salvar do pecado. E levar-nos a sermos imagem e semelhança (verdadeiros filhos) de Deus! Somente a pessoa de Jesus Cristo ressuscitado pode nos tirar de toda a morte gerada pelo nosso desamor. E levar-nos para a vida eterna: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”.

Com carinho Ernesto Peres de Mendonça                                                                                                                                Servo do Coração Eucarístico de Jesus                                                                                                                                          Imagem

na Festa de Nossa Senhora do Monte Serrat.

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A mais antiga ORAÇÃO dedicada a MARIA

Imagem, Mãe de Jesus e nossa – ano 250 d.C:

“ΥΠΟ ΤΗΝ ΣΗΝ ΕΥΣΠΛΑΓΧΝΙΑΝ ΚΑΤΑΦΕΥΓΟΜΕΝ ΘΕΟΤΟΚΕ. ΤΑΣ ΗΜΩΝ ΙΚΕΣΙΑΣ ΜΗ ΠΑΡΙΔΗΣ ΕΝ ΠΕΡΙΣΤΑΣΕΙ, ΑΛΛ’ ΕΚ ΚΙΝΔΥΝΩΝ ΛΥΤΡΩΣΑΙ ΗΜΑΣ, ΜΟΝΗ ΑΓΝΗ, ΜΟΝΗ ΕΥΛΟΓΗΜΕΝΗ.”

Tradução:

“Debaixo de tua misericórdia nós nos refugiamos ó Mãe de Deus, nossas preces não desprezes nas nossas necessidades, mas dos perigos livra-nos. Única pura, Única abençoada.”

<< Ó Nossa Senhora, auxílio dos cristãos, fonte inexaurível de graças, advogada e refúgio dos pecadores, ora por nós a Jesus, para que Ele nos torne santos. >> (Santo Padre Pio de Pietrelcina)

 

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Padres casados

Padres Casados?
30 questões provocadoras sobre o celibato

 “Padres casados?”, é o nome do livro organizado por Arturo Cattaneo e publicado pelas Edições CNBB nesse ano de 2012.

“Com este livro queremos tornar compreensível ao grande público as razões pelas quais o celibato sacerdotal interessa tanto à Igreja”, diz Arturo Cattaneo, que para facilitar a leitura fez com que as questões fossem voluntariamente sintéticas, trazendo ao final do volume uma bibliografia que permite um posterior aprofundamento.

A obra procura responder a várias perguntas que hoje em dia são comuns até mesmo entre católicos, como  “Porque os padres não se casam? Como o celibato está assim tão presente no coração da Igreja, se Jesus não o havia pedido nem mesmo aos apóstolos? Não pode esta obrigação causar desvio da sexualidade, da vida afetiva e, até mesmo, casos de pedofilia?”.

O prefácio, escrito pelo Cardeal Mauro Piacenza, Prefeito da Congregação para o Clero, afirma que “o celibato eclesiástico, apostolica vivendi forma, é enumerado exatamente entre os bens maiores e mais fortemente portadores de verdade, um dos dons maiores que o Senhor deixou e que continuamente confirma à sua Igreja”.

Dom Mauro diz também que a reforma sem dúvida é necessária, mas, deve ser feita “em sentido autenticamente católico. Uma reforma autêntica “não deve olhar unicamente os aspectos psicoafetivos da vida do sacerdote, mas requer ter coragem de partir das raízes: uma correta cristologia, uma sã eclesiologia, uma forte espiritualidade, sobretudo, uma correta teologia sacramental e um profundo senso do sagrado, capazes de plasmar toda a vida sacerdotal, em torno daquele imprescindível centro que é a Celebração Eucarística”.

Não é o momento histórico de crise e dificuldade, momento de escândalo, que faz com que a Igreja abaixe o seu “nível moral e espiritual, ao contrário, o manteve alto e até exaltado, sobretudo no delicadíssimo dever de escolher, educar e instituir os próprios ministros”, continua o cardeal, concluindo o seu prefácio com as seguintes palavras:

“Só posso desejar que este livro encontre a mais ampla difusão, contribuindo para tornar o celibato sacerdotal sempre mais apreciado como dom precioso do Espírito de Cristo à sua Igreja e acolhido por jovens, que como São Paulo e tantos santos, se deixaram “conquistar por Cristo” (Fl 3, 12).

Arturo Cattaneo, nasceu em Lugano (Suiça), é sacerdote, Doutor em Direito Canônico e em Teologia e autor de diversas publicações no âmbito canônico, eclesiológico e da pastoral familiar.

Para adquirir a obra: vendas@edicoescnbb.com.br ou pelo site: www.edicoescnbb.com.br

A realização da pessoa no celibato sacerdotal

 

                                                                                                         

Aquilino Polaino-Lorente é médico pela Universidade de Granada. Posteriormente, estudou Psicologia clínica na Complutense de Madri. É doutor em Medicina pela Universidade de Sevilha. Também se formou em Filosofia na Universidade de Navara. Ampliou seus estudos em diversas instituições de educação superior europeias e americanas. De 1978 a 2004, foi catedrático de Psicopatologia na Universidade Complutense e atualmente é docente da mesma disciplina na Universidade San Pablo, na capital espanhola.

Escreveu numerosos artigos e livros, especialmente sobre os problemas psicológicos infantis e juvenis, assim como familiares. É membro de academias de Medicina de várias cidades espanholas, colaborador de diversos organismos e, pelo seu trabalho e sua bagagem intelectual, já recebeu várias distinções.

O professor Polaino explicou como uma correta visão da sexualidade, na qual devem integrar-se o amor, a abertura à vida e o prazer, pode levar a entender também o sentido do celibato sacerdotal, ao qual são chamadas algumas pessoas para estarem mais disponíveis para o apostolado e para viver o amor universal.

“Deus não pede coisas impossíveis a quem chama para o seu serviço”, disse em sua intervenção, referindo-se ao tema central do congresso.

-O celibato sacerdotal é psicologicamente perigoso?

Aquilino Polaino: Não é nada perigoso, porque talvez entenda muito bem como é a estrutura antropológica realista da condição humana. Tem suas dificuldades, como é lógico, já que a natureza humana está um pouco deteriorada e é preciso integrar todas as dimensões. Eu acho mais perigoso o comportamento sexual aberto, não normativo, no qual vale tudo; acho que isso tem consequências mais desestruturadores da personalidade do que o celibato bem vivido em sua plenitude, sem rupturas ou fragmentações.

-Que meios o sacerdote deve por para ser fiel ao voto do celibato durante todos os dias da sua vida?

Aquilino Polaino: A tradição da Igreja oferece muitíssimos conselhos que podem ser aplicados e que são eficazes: por exemplo, a guarda do coração e da vista. O que os olhos não veem o coração não se sente. Tampouco se trata de andar olhando para o chão, mas é possível ver sem enxergar. Isso garante a limpeza do coração e, além disso, a vivência do primeiro mandamento, que é amar a Deus sobre todas as coisas. Em uma panela de pressão não entram mosquitos. Um coração satisfeito não anda com mesquinhez nem com fragmentações.

-Você acha que a cultura hedonista deste novo século, tão difundida na mídia, influencia no fato de que alguns sacerdotes não sejam fiéis ao voto do celibato?

Aquilino Polaino: É possível, porque a fragilidade da condição humana também é vivida pelos sacerdotes. Penso que é preciso prestar mais atenção ao imenso número de sacerdotes fiéis à sua vocação. A exceção também se dá na vida sacerdotal, mas é exceção. Ainda que no jornalismo seja muito correto focar a exceção, não podemos ser cegos aos muitíssimos sacerdotes que são leais, que vivem sua vocação plenamente, que são felizes e aos quais o mundo deve sua felicidade. Isso é que precisa ser enfatizado.

-Uma reta visão da sexualidade pode proporcionar uma reta visão da vida celibatária?

Aquilino Polaino: Sim. Penso que a sexualidade hoje é uma função muito confusa, é uma faculdade sobre a qual há mais erros que pontos de acordo sobre o que é a natureza humana e talvez seja um programa para ensinar em todas as idades, porque, como é um dos eixos fundamentais da vida humana, se não for bem atendido, se as pessoas não estiverem bem formadas, o que viverão é a confusão reinante. Isso afeta tanto seminaristas como pessoas jovens, noivos. Esta educação hoje é uma educação para a vida. É uma matéria que às vezes se ensina mal, porque são ensinados os erros e isso é confundir ainda mais, ao invés de explicar esta matéria com rigor científico que tenha fundamento na natureza humana.

-O que significa o sacerdote ser chamado a ser pai espiritual?

Aquilino Polaino: Penso que este é um dos temas pouco aprofundados. A paternidade espiritual também deve ser vivida pelos pais biológicos e muitos deles jamais ouviram falar disso. A paternidade espiritual é, de certa forma, viver todas as obras de misericórdia: consolar o triste, redimir o cativo, ser hospitaleiro, afirmar o outro no que vale, evitar-lhe problemas, estimulá-lo e motivá-lo para que cresça pessoalmente, incentivar o aparecimento de valores que ele já tem, porque vieram com sua natureza, mas talvez não tenha sabido encontrá-los nem fazê-los crescer. Penso que este mundo está órfão dessa paternidade e dessa maternidade espiritual; e acho que é uma dimensão que o sacerdote, quase sem perceber o que faz, já vive.

-A vida celibatária pode tornar esta paternidade espiritual mais fecunda?

Aquilino Polaino: Necessariamente sim, porque há mais tempo e disponibilidade. Se o objetivo final é a união com Deus, a paternidade espiritual adquire mais sentido, porque é a melhor imagem da paternidade divina no mundo contemporâneo; portanto, está como mediador e, na medida em que viver a filiação divina, também viverá muito bem a paternidade espiritual.

 Carmen Elena Villa, Fonte: Zenit Org.

 

Santos estigmatizados

 

                                                                       

Não se pode negar, a principio, a possibilidade do estigma.

Na história da Igreja encontramos cerca de 340 pessoas que o haviam recebido; umas oitenta dessas são canonizadas, às quais não há dúvidas de sua bondade e sinceridade quanto ao tema. Tenta-se entender porque Deus manda estes males, que significado têm. Provavelmente para recordar aos homens o valor redentor da dor e convidar-los a meditar a Paixão do Salvador. Mas não se pode negar que, o sujeito que a carrega, pode nos mostrar um confirmação plena da imagem de Jesus. Talvez este aspecto, que é claro para nós, passe despercebido em Padre Pio.

Para Padre Pio os estigmas são qualquer coisa que não suas; não se referem a ele, são somente valores para recordar o sofrimento do Senhor. Conseqüentemente deixa-se beijar, como se deveria uma imagem sacra; direi que nele há uma grande veneração.

Na realidade são uma imagem do Crucificado não esculpida na madeira ou reproduzida em uma tela, mais impressa em sua carne viva.

A Igreja se pronuncia abertamente pela verdadeira história e características sobrenaturais do estigma de São Francisco, que havia sido o primeiro a receber de Deus aquele sinal de dor, semelhante ao de Jesus Cristo. Tem sido precisamente assim – especialmente nos últimos anos – os critérios de base sobre os quais torna-se possível reconhecer ao menos a presença de um estigma verdadeiro, ou seja, baseado em características sobrenaturais.

Na teoria, os princípios são claros; mas na prática, sim, precisa-se proceder com muita cautela neste assunto, ao aplicar esses princípios, especialmente quando se trata de uma pessoa viva.

Apesar de tudo, acreditamos que, com relação ao Padre Pio, possa ser dado um parecer. Outros ilustres teólogos já se pronunciaram a respeito: todos nós nos rendemos à evidência de que não se trata de um “novo acontecimento”, para o qual é apropriado duvidar, mas trata-se de uma pessoa conhecidíssima, controladíssima, com setenta e um anos (Padre Pio nasceu em 25 de março de 1887) e que há quarenta anos carrega o estigma; conseqüentemente já há uma prova de tempo que, de modo não definitivo, legitima um julgamento a título pessoal.

Só o fato que Padre Pio tenha o estigma, não é discutível. São testes médicos precisos e publicados; é uma verdade verificável em qualquer momento.

Vejamos antes se podemos pensar que a origem de tais feridas é sobrenatural. Os critérios nos quais deve se basear são estes cinco:

1. O estigma deve ser verdadeiro e adequado á ferida, importantes modificações do tecidos e localizado onde eram as feridas de Cristo (aproximadamente, tratando-se de ferida mística não importa se, até o detalhe secundário, respeita a verdade histórica comum na crença; o que quero dizer é que não importa se as feridas são no pulso ou na palma da mão, se a ferida é natural quando encontrada, diferentemente, em qualquer outra parte do corpo.

2. Deve aparecer instantaneamente; em geral causa dor aguda no dia, que recorda a Paixão do Senhor, como na Sexta-feira e na Semana Santa. Ao contrário: a dor pela ferida natural depende da situação atmosférica; portanto não há nenhum respeito pelo calendário litúrgico.

3. No verdadeiro estigma há ausência de fatos supurativos: nenhuma podridão, nenhum odor fétido, etc. Quando as lesões naturais prolongadas não são desinfetadas, dão origem a supurações e podem causar gangrena.

4. Os estigmas são acompanhados de contínua hemorragia. Não são como outras feridas.

5. Os estigmas permanecem inalterados, imunes a todo tratamento médico; não se alteram por remédio terapêutico nem por tratamentos; duram até muitos anos. As outras feridas, medicadas, cicatrizam-se.

A ferida de Padre Pio responde a todos esses requisitos.

É verdade que muitos médicos racionalistas haviam tentado demonstrar por vias naturais (sugestionamento, histerismo, fixação, etc.) a estigmatização. Mas foram sues testes que negaram, através de exames feitos, a inexistência de fatos sobrenaturais: todos os argumentos não são reconhecidos cientificamente. Muitos deles, tratando de forma patológica a situação, tentaram demonstrar tratar-se de pessoa histérica ou anormal (como realmente acontece quando se trata de coisas como esta).

O contrário ocorre, porém, em tipos como Padre Pio, pleno de bom senso e de sã atividade, demonstrando ótimas condições psicológicas. Assim narra um jovem médico americano que disse ao padre:

“Eu não acredito nos seus estigmas; eles só aparecem porque você pensava muito fixamente no estigma de Cristo”.

E o bom frei lhe respondeu com um sorriso bondoso:

“Muito bem, filho; pensa intensamente ser um boi; verá que te nascerão chifres”. Uma boa resposta para persuadir naquele doutorzinho.

Se a situação é tão clara, porque a Igreja não se pronuncia?

Porque há um outro motivo.

O Senhor dá esta graça a alguém que pratica a heróica virtude e que, sozinho, também recebe outros dons sobrenaturais, como êxtase, bilocação, etc.

Notemos bem: se os estigmas são uma prova de santidade, a Igreja espera ver a santidade como prova do estigma. E a santidade não consiste num dom especial de Deus, que poderia dar a qualquer um a vantagem da fidelidade; mas este é um exercício de virtude em grau heróico e com perseverança. Conseqüentemente, somente depois da morte se pode ter controle: enquanto estamos vivos, corremos todos os riscos de cair a qualquer momento, qualquer que seja de nosso grau de união com Deus.

É por isso que a Igreja não se pronuncia.

Mas isso não quer dizer que não possamos ter convicção sobre o Padre Pio: sobre isso nós temos todos os direitos. É permitido admirar nele os prodígios da graça, como é permitido “não crer”; não é nenhum pecado! Mas ainda nesse juízo pessoal não devemos seguir o capricho ou os rumores.

O Evangelho sugere esta regra: “Pelos frutos se conhece a planta; se os frutos são bons, a planta é boa”. Que seja assim o juízo que façamos, observando a paciência de Padre Pio, sua caridade, sua aceitação da dor, sua vida santa dedicada somente em fazer o bem.

Não há quem não conheça historias de conversões, retornos à Igreja, vidas transformadas pelo encontro com o padre. São fatos que não podemos tratar com indiferença; como as curas, etc. Também nos sentimos irritados pelo excessivo entusiasmo de uns ou fanatismo de outros.

O Papa Pio XI fez uma certa visita ao padre e fez parecer ser contra. Mas não foi uma opinião oficial e muito menos irrevogável. Foi uma opinião como tantas, expressa por um médico que fez o exame de outro médico. Com todo o respeito pela categoria, Pio XI era desconhecedor dessas coisas. Ao contrário, se sabe que no dia da beatificação de Santa Teresa de Lisieux Padre Pio foi visto presente em São Pedro (mesmo estando em San Giovanni Rotondo); um outro monsenhor testemunhou o fato, contou ao Papa, acrescentando que também D. Orione havia visto. E o Papa respondeu: “Se Dom Orione também o viu, sim, acredito”.

Na conclusão: porque somos livres, pensemos também com nossa cabeça. Mas usando o raciocínio razoável que deve sempre caracterizar um homem. É absurdo, depois de tantos anos de provas e tantos testemunhos importante, negar os fatos e jogar um parecer inventado em um homem como Padre Pio. É um homem de Deus, um “grande Sacerdote”, no pleno exercício do ministério em que há repercussão mundial.

Ninguém pode se contentar com isso, perceba que são reconhecidos nele outros carismas sobrenaturais e o apreço de um instrumento do Senhor pela graça extraordinária; relembre da Missa de fé que acontece em San Giovanni Rotondo, nas elevadas personalidades eclesiásticas e civis que se voltaram a ele, e se sentirá em boa companhia”.

 
Padre Gabrielle Amorth
 
 

 

Bons e Maus Sacerdotes