Teologia da Perdição no folheto da Missa O DOMINGO

 

 

 

“A falta de amor é a maior de todas as pobrezas”.
Madre Teresa de Calcutá
 

 

Agora, veja este texto  publicado pela Paulus no folheto o Domingo de 28 de Agosto:

 

O Caminho do Humanismo Cristão

Não poucos cristãos desencantaram-se da trajetória religiosa tradicional que levavam. Embarcaram de peito aberto no processo de secularização. Aprenderam a valorizar as realidades terrestres, a reconhecer-lhes a autonomia, a entusiasmar-se pelo compromisso social. Tiveram a graça de encontrar nesse novo caminho não a perda da fé, mas a purificação e aprofundamento.

Nutriram-se de teólogos sérios que souberam mostrar-lhes que certo tipo de secularização não contradiz a fé cristã. Antes, que a fé bíblica no Deus criador, que entregou ao ser humano a tarefa de cuidar do mundo e de construir a história, cumpriu função secularizadora em face de religiões que transportavam para o mundo os deuses para configurar o mundo dos homens.

O cristão sabe que Deus está a seu lado, mas de modo diferente: não lhe retira a responsabilidade histórica. Mais. Vê na pessoa de Jesus Cristo aquele que trilhou aqui na terra trajetória humana até o extremo. Fascinou-lhe a afirmação de L. Boff, inspirada em Fernando Pessoa, ao falar de Jesus Cristo: “Humano assim só pode ser Deus mesmo”.

Trouxe-lhe imensa felicidade e paz interior saber-se seguidor de Jesus Cristo precisamente no momento em que se engaja com seriedade na luta pela justiça, pela liberdade e pela paz.

Ao se comparar com o militante ateu que dedica heroicamente a vida à libertação dos pobres e à construção de sociedade justa e fraterna, esse cristão não se sente nenhum alienado. Leva com igual seriedade o mesmo compromisso. Só que ainda lhe vem de graça a dupla certeza de que aqui na terra constrói o reino de Deus e além da história mergulha na certeza do amor de Deus que o acolhe.

J. B. Libanio sj – Editora Paulus – O domingo 28 de agosto de 2011

 

Eu sempre digo assim:  na Igreja de Jesus Cristo a última palavra ficará com os seus Santos. Aqueles que são, de fato, as suas Testemunhas. 

Existe uma grande diferença  entre a frase da Beata Madre Teresa de Calcutá  e  esse  texto que distorce a verdadeira identidade da Igreja de Jesus Cristo.

O texto  é da Teologia da Libertação, que tanto estrago faz na nossa Igreja, e é  condenada em documento pelo Papa Bento XVI.

Mas é um disparate, uma afronta  ver um sacerdote no folheto da Santa Missa comparar um cristão a um ateu para que  ele possa se realizar.

Como que as autoridades da Igreja deixam as coisas chegarem a este nível tão baixo, tão triste ?! Como que as autoridades não fazem nada para estancar esta grangrena chamada teologia da libertação, que na prática  é pura  teologia da perdição ?! Que reduz a pessoa de Jesus Cristo a um messianismo barato de causas socialistas e não como o Redentor do genero humano, como o libertador e salvador  do estado de pecado da nossa condição humana. Uma falsa teologia que nega o verdadeiro messianismo de Jesus.

Não podemos mais aceitar que  as coisas continuem assim, que esta teologia da perdição continue  machucando e ofedendo o corpo místico de Cristo dessa maneira  !!! Como batizados e pedras vivas da nossa  Igreja  não  podemos aceitar um texto desses  no folheto da Liturgia da Santa Missa.  

Ernesto Peres de Mendonça      

 

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